Isabel Figueira

Isabel Figueira

Isabel Figueira - Vida Profissional


Na adolescência, queria ser advogada ou médica, mas ao terminar o 12.º ano, Isabel Figueira tinha já outra ambição: a de ser apresentadora de televisão. Decidiu apostar na moda para ganhar algum dinheiro e lutar com unhas e dentes por um lugar no ecrã. Conseguiu-o. Começou por apresentar Yorn Sound System, na SIC Radical, passou para o ‘N Ruas, na NTV, e agora faz em directo o Domingo É Domingo e apresenta o Top Mais, na RTP. Mas pode dizer-se que foi com o anúncio à revista Maxmen, onde Isabel, despida de preconceitos, salta à corda, que a sua cara se inscreveu na memória do grande público. É também sem preconceitos que fala do mundo onde se move. Frontal e sem deixar nada por dizer, consegue despoletar amores e alguns ódios. Goste-se ou não se goste, Isabel Figueira, de 22 anos, não deixa de ser quem é só para agradar.

– Começou na moda aos 18 anos. Regra geral, começa-se mais cedo. Acha que descobriu tarde a sua vocação?
Isabel
– Acho que foi uma boa altura. É um erro começar mais cedo. Uma miúda de 14 anos não tem a perfeita noção do que é este meio e tem de estar preparada para enfrentar uma série de coisas, entre elas as mudanças do corpo, que podem ser pouco favoráveis. Acho que a melhor altura são os 18, 19 anos, quando já há maturidade física e mental.

– Mas tinha 14 anos quando bateu à porta de uma agência...
Sim, fui à L’Agence e, lá está, não tinha a minha beleza formada. Disseram-me que tinha de emagrecer. E realmente só comecei a trabalhar aos 18 anos. Hoje estou a trabalhar melhor, porque tenho o corpo totalmente formado.

– Como é que encarou essa recusa aos 14 anos?
Deixei de comer, fiz uma série de estupidezes, quase tive anorexia. Não era gorda, só não cumpria o estereótipo de manequim...

– Como é que lidava com a sua própria imagem?
Passei a odiá-la quando me disseram que tinha de perder peso para ficar na agência. Via imensos defeitos em mim, não gostava de mim. Mas hoje estou muito feliz com as minhas formas, quem quer trabalhar comigo assim trabalha, quem não quer não trabalha. Aos 14 anos não pensamos assim.

– Já se submeteu a algum tipo de cirurgia estética?
Não fiz qualquer tipo de operações, embora tenham dito que fiz duas lipoaspirações e um implante de silicone nos lábios e no peito. (risos) Desde que me conheço que tenho formas, não tenho o corpo estereotipado de manequim. O facto de eu ser modelo é sinal que as mulheres genuínas estão a trabalhar mais e não precisam de artifícios. Acho horrível uma mulher pôr o que não é dela. Admito que uma mulher mais velha ponha silicone para ganhar firmeza no peito, mas não aos 22, 23 anos.

– No meio da moda há muita concorrência?
Não tenho vergonha de o dizer, e acho que algumas pessoas são pudicas ao falar do mundo da moda. Alguém tem de dizer a verdade, e o que eu penso é que este meio é de concorrência, mas não devia ser, ninguém tem de ter inveja por haver quem ganhe trabalhos, têm simplesmente de lutar por eles. Todas temos belezas diferentes, e o que ganha neste meio não é só a beleza, é também a personalidade, e eu ganhei muito com isso. Entro sempre alegre num casting, trato bem toda a gente, da produtora à pessoa que limpa o chão. Toda a gente é importante para um trabalho, o modelo dá a cara, mas as outras pessoas constroem-lhe a imagem. Há modelos que perderam essa noção, e é talvez por isso que não trabalham tanto.

– Acha que a sua imagem ganhou projecção com o namoro com o Pedro do Big Brother?
Não. A verdadeira projecção aconteceu com o anúncio da Maxmen.

– Neste momento está de coração livre?
Completamente...

– Já amou de verdade?
Já...

– Porque é que esse amor acabou?
Por a outra pessoa não respeitar o meu trabalho, por ter ciúmes doentios.

– Diferencia paixão e amor?
Bem... Uma pessoa quando gosta não sabe diferenciar amor de paixão e de obsessão. Pensando melhor, creio que não amei, estive obcecada, porque hoje em dia essa pessoa não me diz nada.

– A sua beleza dá-lhe autoconfiança, ou traz-lhe insegurança?
As pessoas, quanto mais famosas ou mais bonitas são consideradas, mais dificuldade têm em ser felizes. Há homens que não querem ter a seu lado uma mulher forte. Já conheci homens que me disseram que eu era a mulher perfeita, mas que seriam incapazes de namorar comigo por recearem a concorrência. Nós, modelos, somos pessoas muito solitárias. Temos uma vida agitada, mostramos o corpo, e isso gera insegurança na pessoa que está ao lado. Mas talvez sejamos capazes de amar mais do que a pessoa que está ao nosso lado...

– Acha que um dia vai encontrar alguém que a faça feliz?
Sou um bocadinho pessimista. Hoje em dia confio pouco nos homens. Pelo que vejo e por tê-lo sofrido na pele. Hoje, um homem, para me conquistar, vai ter de provar muito.

– Acha que os homens podem aproximar-se de si apenas pela sua beleza física?
Acho. Mas eu quero é alguém que se apaixone pela minha maneira de ser, pois é isso que vai manter a relação até ao fim.

– E dá importância à beleza física num homem?
Os meus ex-namorados não eram considerados bonitos pelas minhas amigas, que me diziam: “Tu és tão gira, podias ter namorados lindos ao teu lado...” Acho mais importante um olhar, um sorriso, uma maneira de estar e falar.

– Acha que um palminho de cara chega para fazer televisão?
Claro, cara e corpo.

– Mesmo sem vocação?
Já houve péssimas apresentadoras muito bonitas.

– E se sentisse que era o seu caso?
Faria um único programa e não faria mais. No meu caso tenho notado uma evolução enorme. As pessoas aprendem com o tempo, é preciso saber agarrar a oportunidade, e eu soube.

Isabel Figueira - Vida Profissional

Milhares de convidados brindam ao primeiro aniversário da revista ‘FHM’

Há muito que não se via em Lisboa uma festa assim. O aniversário da revista masculina FHM fez justiça ao sucesso que a publicação tem mantido ao longo do seu primeiro ano de vida e que a catapultou para um lugar de topo no mercado nacional. O Convento do Beato, alvo de um trabalhado jogo de luz, foi o cenário ideal para receber milhares de pessoas num evento que ficará com certeza na história da revista.


“Fazemos uma revista de que gostamos, que pensamos que vai ao encontro daquilo de que as pessoas gostam, e no meio disto tudo temos uma boa dose de sorte, que também é indispensável. Não só para homens como também para mulheres, a FHM é uma revista sexy, divertida e útil, na qual existe uma ponte directa com o leitor e muita compreensão daquilo que ele quer. Há certas coisas que os homens sabem e que as mulheres ainda não, e nós conseguimos fazê-lo passar para os nossos leitores. É um privilégio enorme dirigir esta revista”, sublinhou o director desta publicação mensal, Pedro Boucherie Mendes, revelando-nos alguns dos segredos do sucesso.


A megaprodução que envolveu a festa de aniversário da For Him Magazine contou com a presença de inúmeras figuras públicas, entre elas algumas que mantêm uma relação especial com a revista. É o caso de Helena Coelho, protagonista de toda a campanha de promoção. “Costumo dizer que é a minha filha adoptiva. Desde o primei­ro número que compro todas, por uma questão de carinho. Par­ticipei no projecto com tanta dedicação que fico muito feliz por saber que está em primeiro lugar e que pode comemorar esse sucesso com uma festa desta dimensão. É uma festa que, de alguma maneira, também considero minha”, contou-nos a modelo.


Numa noite plena de boa disposição, a extravagância no feminino também marcou presença, fosse entre as convidadas fosse no que toca às bailarinas, em trajes muito reduzidos, que por diversas vezes invadiram o palco dos claustros do convento dançando e tornando-se, evidentemente, alvo de todos os olhares.


E não se pense que eram apenas as atenções masculinas que se desviavam, pois também os olhares femininos seguiam na mesma direcção. Um facto que não apanhou de surpresa a modelo Helena Coelho, que considera que “as mulheres andam muitas vezes à procura do seu corpo nas manequins que aparecem nas páginas da revista. E identificam-se com elas, porque são mulheres bonitas, sensuais e têm curvas.”


Muitas figuras públicas não quiseram perder a oportunidade de se juntar a esta comemoração, entre elas as manequins Isabel Figueira e Lúcia Garcia, a jornalista Cândida Pinto, Merche Romero, Francisco Mendes, Rita Mendes e muitos outros.


Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Impresa, que edita o título, não poupou elogios ao primeiro ano de vida da FHM: “Este ano passou muito rapidamente, mas esta história, apesar de ser breve, é uma história de sucesso. Estamos perante um bom produto e conseguimos rapidamente atingir o lugar cimeiro. Pessoalmente, gosto da revista, acho que tem assuntos de interesse que me divertem e que fazem dela um bom conjunto. Estou muito contente com este sucesso.”


E a festa reflectiu, de facto, esse sucesso, prolongando-se pela madrugada fora e deixando adivinhar muitos mais anos de êxito.

Os novos rostos do "Top +" Francisco Mendes e Isabel figueira

Isabel Figueira e Francisco Mendes serão, a partir de Março, os novos rostos do "TOP +".
Apresentados por Nuno Santos durante um almoço, os jovens dizem-se ansiosos por começar a gravar e confessam que a empatia entre os dois foi espontânea e imediata. O Francisco é uma pessoa que toda a gente adora e sei que me vai ajudar a nível musical, adianta Isabel.
Um piropo que Francisco retribui: Não nos conhecíamos pessoalmente Já a tinha visto na televisão, no canal NTV, e sempre a achei simpática e com talento?. Mas não só? Afinal, quem se esqueceu do célebre anúncio de Isabel a saltar no trampolim? Ninguém. Nem mesmo Francisco: Achei fantástico
Para o cantor, esta será a sua estreia como apresentador. Uma tarefa complicada, mas para a qual contará com a ajuda de Isabel. Uma vez que ela já trabalhou no NTV e também está no Domingo é Domingo, irei recorrer à sua ajuda.
Obviamente que contaremos também com a equipa que trabalhará connosco. Não são apenas os apresentadores que fazem o programa. Haverá uma boa dinâmica de grupo, admite Francisco.
E se o ex-concorrente do BB Famosos conta com a ajuda da colega, também ela espera umas lições de música: Eu não canto porque tenho uma voz rouca logo, espero que ele me ensine alguma da sua cultura musical. Quanto ao resto, não tenho dúvidas que irá correr bem.
Dentro da RTP ainda se vive o conceito de família.
Sinto-me acarinhada pelas pessoas.